Desde que chegou ao Atlético Mineiro em 2021, Hulk se transformou em ídolo da torcida e com o desempenho em campo um dos grandes nomes da história do clube. São oito títulos conquistados e agora uma nova marca em vista.
Ao marcar o terceiro gol nos 3 a 1 contra o Independiente Del Valle na classificação do Galo para a final da Sul-Americana ele está a apenas um de chegar a 500 na carreira. A primeira chance de atingir o feito é no domingo, contra o Inter, no Beira-Rio.
No entanto, além da dificuldade da partida, um confronto direto entre as equipes, o camisa 7 não tem sido titular sempre nos últimos jogos. O técnico Jorge Sampaoli tem deixado atacante de 39 anos no banco de reservas, como aconteceu na terça-feira, na Arena MRV.
O gol marcado contra os equatorianos encerrou um jejum de 15 jogos e quase três meses sem balançar as redes. Com 131 gols pelo Atlético, hoje o paraibano é o 10º artilheiro da história do clube e a dois de passar o ex-atacante Marques. O maior é Reinaldo com 255.
"O Hulk, se não for o maior, é o segundo ou, no máximo, o terceiro da história do Atlético. Temos que ter orgulho e gratidão de estar no elenco. Não é um jogador qualquer, respeitamos a história. Até o meio do ano, não existia esse questionamento sobre o Hulk (sobre ser reserva, de jogar menos). É novo encarar essa nova realidade, que é dele não jogando todos os jogos, não estar atuando os 90 minutos, em relação ao primeiro semestre", disse o executivo de Futebol do Atlético-MG, Paulo Bracks, em entrevista à Itatiaia.
- Saiba onde assistir ao jogo do Inter contra o Atlético-MG, neste domingo, pelo Brasileirão
- Ramón Díaz mantém mistério e avalia mudanças no Inter para enfrentar o Atlético-MG
- Inter encara três jogos antes da Data Fifa e projeta volta com reforços