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Árbitro relata ofensas e intervenção policial em empate entre Inter e Corinthians

Rodrigo Pereira de Lima afirma que dirigentes colorados e integrantes do Corinthians hostilizaram a arbitragem no Beira-Rio

Jogadores do Corinthians contestam a marcação do pênalti sobre Bruno Henrique nos acréscimos da partida no Beira-Rio
Jogadores do Corinthians contestam a marcação do pênalti sobre Bruno Henrique nos acréscimos da partida no Beira-Rio Foto : Fabiano do Amaral

Criticado por ambos os lados, o árbitro Rodrigo Pereira de Lima, que trabalhou no empate por 1 a 1 entre Inter e Corinthians, na noite de quarta-feira, no Beira-Rio, relatou ter sido ofendido por dirigentes e integrantes da comissão técnica colorada. Além disso, afirmou que foi "necessária a intervenção policial" para conter o presidente Alessandro Barcellos e o diretor esportivo D'Alessandro.

De acordo com o juiz, no final do primeiro tempo, o presidente do Inter, além de D'Alessandro e o vice-jurídico, Jorge Oliveira Filho, "vieram até a equipe de arbitragem de forma exaltada e desrespeitosa e nos ofenderam com as seguintes palavras: 'você de novo nos prejudicando, seu safado'".

Ainda de acordo com o relato feito por Rodrigo Pereira de Lima na súmula do jogo, o trio de dirigentes do Inter foi contido graças à "intervenção policial". Depois, na volta para o segundo tempo, o analista de desempenho, Juan Romanazzi, "ofendeu o assistente número 2". Também há relatos de ofensas do diretor de futebol do Corinthians ao trio de arbitragem. O técnico do clube paulista, Dorival Júnior, disse que os árbitros teriam que sair do Beira-Rio "presos".

Rodrigo Pereira de Lima anulou um gol do Corinthians no primeiro tempo por impedimento. Em seguida, ainda antes do intervalo, invalidou um gol do Inter por suposto impedimento de Luís Otávio. Na segunda etapa, o gol colorado foi marcado em um pênalti assinalado já nos acréscimos do jogo, após o VAR flagrar um puxão na camisa de Bruno Henrique. A marcação, porém, foi contestada pelos corinthianos.

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