“Eu acompanho sempre a Libertadores. É a melhor competição que temos no continente. Infelizmente, a gente não conseguiu a classificação no ano passado, mas tem que assistir até para ver como estão os brasileiros. Tive uma passagem importante no San Lorenzo. Foi o clube que deu a chance do meu filho nascer na Argentina. Sou muito agradecido ao clube e estou torcendo. É o único grande argentino sem Libertadores, espero que eles alcancem este sonho”, declarou.
D’Ale jogou no San Lorenzo antes de ser comprado pelo Inter em 2008. Apesar de não ter atuado no clube argentino com Romagnoli, é amigo do atual capitão do adversário gremista – jogaram juntos na seleção argentina campeã do Mundial Sub-20 em 2001. D’Alessandro revelou que tem conversado com Romagnoli e que o San Lorenzo está bem informado sobre o Grêmio.
“Eu sou amigo do Romagnoli. Sou muito amigo dele. Eles assistiram aos dois jogos da final do Gauchão. Ele me contou isso. O time tem que estudar o adversário. Eles estão estudando, sabem como joga o Grêmio e acho que têm um time compacto. O Correa é um cara que apareceu recentemente e é muito bom. O Romagnoli, infelizmente, vai estar fora, mas tem o PIatti, que é experiente e bom. Os dois volantes, Ortigoza e Mercier, também são bons”, avaliou.
Sobre a estreia colorada no Brasileirão, D’Alessandro admitiu que a atuação do time não foi boa, mas ressaltou a importância de iniciar a competição conquistando os três pontos dentro do Beira-Rio. “Ganhar sempre é importante. Tem que fazer os três pontos em casa, mas sabemos que sábado deixamos muito espaços para o adversário. Acatamos muitas vezes e ficamos mal posicionados. São coisas que teremos que trabalhar. O Campeonato Brasileiro é assim. Algumas vezes vamos jogar bem e não vamos ganhar, mas também é importante ganhar quando não jogarmos tão bem”, completou.