“Quando um time vem se formando e se ajeitando, como nós estávamos, com o entrosamento do Aránguiz, o Alex e o Alan Patrick ali no meio, é ruim perder jogadores. O time estava se formando e se encaixando, começou a faltar peças e não tem como não sentir. A gente não quer falar isso, pois temos que respeitar o elenco. Vai jogar o Sasha, jogou o Otávio e a gente tem que estar preparado. Quando faltam seis ou sete jogadores, é muito. Qualquer time vai sentir ausência. Não quero citar nomes, é questão de quantidade e qualidade”, analisou o argentino.
Apesar das ausências, D’Ale ressalta que o esquema e a forma de jogar do time não devem ser alterados. O argentino comentou que a ideia de Abel Braga é seguir apostando na posse de bola mesmo com os desfalques. “A gente não pode mudar essa ideia, que deu resultado no Gauchão. Não apenas contra times do interior, mas também diante do Grêmio, que vencemos muito bem, com uma diferença até folgada. A intenção é manter a posse de bola. Claro que algumas vezes devemos ser mais efetivos, a gente sabe disso, mas isso é uma coisa que vamos melhorar com o tempo”, completou.
Para o jogo contra a Chapecoense nesta quarta, o técnico Abel Braga vai dar a Eduardo Sasha a primeira chance como titular no Brasileirão. A equipe para enfrentar a Chapecoense deve ter Dida; Diogo, Ernando, Juan e Fabrício; Willians, Wellington, D’Alessandro, Valdivia e Eduardo Sasha; Wellington Paulista.