Inter

Luigi se mostra intranquilo com as obras do Beira-Rio

Presidente do Inter afirmou que ainda faltam as garantias da Fifa para a conclusão da reforma

Ao menos até esta segunda-feira, quando o Conselho Deliberativo do Inter se reúne para tratar da Copa 2014, o assunto no Beira-Rio é uma incógnita. Nesse sábado, pouco após o Inter empatar com o Novo Hamburgo em 0 a 0 pelo Gauchão, o presidente Giovanni Luigi admitiu que não está tranquilo com a reforma, embora tenha garantido que as obras estão dentro do cronograma. “O que falta são as garantias que a Fifa pede. O clube fará isso de uma maneira ou e outra, respeitando aquilo que o Conselho definir soberanamente”, disse o dirigente.

Luigi admite que existe a possibilidade de o Beira-Rio deixar de ser sede da Copa do Mundo de 2014. "O Inter não apresentou as garantias e dessa forma fica uma porta aberta, mas as obras estão dentro do cronograma. Isso vinha sendo tocado pela gestão anterior e nós estamos mantendo o padrão do Inter com relação a essa questão da reforma."

Na pauta da reunião do Conselho Deliberativo está a votação entre as duas propostas: autofinanciamento ou parceria. A saída de Vitorio Piffero do processo, que era antes o principal defensor do atual modelo - que apesar de mais arriscado, pode ser proporcionalmente mais vantajoso no futuro -, esvaziou o debate. Agora, a "vitória" dos defensores da parceria deve ocorrer com folga.

Depois da reunião, o clube aguardará 15 dias por novas propostas. No entanto, não há muita esperança que outras empresas se apresentem. Muitas já foram consultadas entre meados do ano passado e os primeiros meses de 2011.


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