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‘Neste ano, precisamos apertar o cinto para recuperar 2024’, diz presidente do Inter

Alessandro Barcellos diz que o ano passado foi mais difícil, do ponto de vista financeiro, que 2020, no auge da pandemia

Alessandro Barcellos credita às enchentes os problemas financeiros do clube em 2024
Alessandro Barcellos credita às enchentes os problemas financeiros do clube em 2024 Foto : Ricardo Giusti

Alessandro Barcellos é dirigente do Inter há quase nove anos — considerando também o período em que foi vice-presidente de finanças e de futebol na gestão de Marcelo Medeiros (2017/2020). E, para ele, 2024 foi o pior desse período em termos financeiros, deixando consequências que precisam ser administradas em 2025. O motivo? As enchentes, que alagaram o Beira-Rio e destruíram o CT Parque Gigante.

“Neste ano (2025), precisamos apertar o cinto para recuperar 2024. Foi um ano muito difícil para o clube, mais difícil, inclusive, que 2020 (ano da pandemia). Tivemos mais prejuízos agora, porque precisamos reconstruir várias coisas”, afirmou o presidente colorado.

“Nós priorizamos pagar os salários, porque era a necessidade. O resto, tivemos que jogar. Parcelamos e vamos pagar, até porque também fazem isso com a gente. Mas não gostamos disso”, continua o presidente. Ele admite que o orçamento para contratações em 2025 foi sensivelmente reduzido. Ao invés de Borrés, Thiagos Maias ou Fernandos, o Inter trouxe jogadores bem mais baratos para reforçar o grupo.

O balanço de 2024 está sendo elaborado pelos técnicos do clube e deverá ser apresentado nas próximas semanas para os conselheiros. A expectativa é que apresente superávit, conquistado principalmente pela venda de Gabriel Carvalho para o futebol árabe, nos últimos dias de dezembro. Caso contrário, o déficit seria histórico.

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