O ex-jogador Perdigão, campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes pelo Inter em 2006, afirmou que ainda não irá se pronunciar sobre as agressões que sofreu por policiais militares após o jogo entre São Joseense e Operário-PR, no último domingo, na Vila Capanema, em Curitiba. Segundo ele, o momento é de resguardo pessoal e familiar.
Em uma troca de mensagem com a reportagem do CP, Perdigão explicou que a repercussão do caso foi grande, mas destacou que, por ora, optou por priorizar a convivência com a família. “Hoje é aniversário da minha neta. Repercutiu muito as agressões que eu sofri. Mas, por ora, eu vou ficar curtindo a minha neta. Ela está fazendo um aninho”, afirmou.
O ex-volante também pediu compreensão e respeito enquanto aguarda o momento adequado para se manifestar de forma mais ampla sobre o episódio. “Logo, logo a gente vai estar falando algo com certeza. Peço o respeito da galera neste sentido. Mas daqui a pouco vamos ter um posicionamento”, completou.
As agressões vieram à tona após o próprio Perdigão divulgar imagens nas redes sociais em que aparece sendo atingido por golpes de cassetete e empurrado por um policial, além de fotos que mostram hematomas pelo corpo. O caso gerou forte repercussão no meio esportivo, com manifestações de apoio de ex-jogadores e torcedores.
Até o momento, a Polícia Militar do Paraná não se pronunciou oficialmente sobre o episódio.