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Na data, o Inter venceu o Atlético-MG no Beira-Rio por 3 a 0. Naquela mesma competição, ainda enfrentou o Náutico sem a presença do meia. Derrota por 3 a 0. Desde o confronto com o Galo, nenhuma vitória. Em 2012, D'Ale enfrentou uma série de problemas físicos e pouco jogou, assolado com lesões musculares.
Em 2013, o quadro foi modificado. Jogador da confiança de Dunga, o camisa 10 atuou em praticamente todos os jogos do ano. Perdeu apenas seis: dois pelo Gauchão - empates com Cruzeiro e São José -, dois pela Copa do Brasil - empates com Santa Cruz e Salgueiro-PE - e três derrotas no Brasileirão - para Náutico, Bahia e Cruzeiro. “Vamos fazer o que temos de fazer, com ou sem ele. Gostaria de ter esse jogador símbolo, que tem identificação com o clube, com a torcida, com os colegas, que não se poupa. Mas vamos procurar jogar bem e fazer uma vitória”, disse o técnico Abel Braga, sobre a ausência do gringo.
Nos últimos anos, D'Ale acabou se tornando referência da equipe. Não só como capitão, fora de campo, mas dentro. O Inter não mantém o mesmo nível sem o argentino. Para amenizar a ausência do meia, o apoiador Aránguiz retorna após servir ao Chile e entra na vaga aberta pelo argentino. Alan Patrick, titular na última partida dos titulares no Gauchão justamente no lugar do chileno, fará a função de D'Ale, pela direita.