A conotação racista, no entanto, foi desmentida pela diretoria do Arsenal, proprietário do estádio, na terça. Os dirigentes do clube informaram que o responsável pelo ato foi um turista alemão, que não teria tido a intenção de ofender o brasileiro. Por essa razão, e por não ter havido qualquer queixa na polícia, a entidade escocesa exige um pedido formal de desculpas do atleta ou da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). "Estamos consternados com essas alegações (de racismo) que viraram notícia em todo o mundo", afirmou Stewart Regan, chefe-executivo da federação.
"Os torcedores escoceses estão muito tristes e incomodados com as infundadas alegações que ameaçam manchar a reputação da torcida, respeitada pelo seu comportamento leal e bem-humorado. Como o assunto foi resolvido, e nenhum escocês foi envolvido, nós achamos que deveríamos defender a nossa torcida", justificou o dirigente.