Esportes

Skatistas vislumbram o Skate Vertical nos Jogos Olímpicos de 2028 e 2032

Na véspera do Pro Tour STU de Brasília, campeões da modalidade projetam suas expectativas para modalidade que será teste em Los Angeles

Foto : Thiago da Luz / STU / CP

Poucas horas antes do desafio do Skate Vertical pelo Pro Tour STU começar em Brasília, nesta sexta-feira, alguns dos principais skatistas da cena comentaram sobre o futuro da modalidade VERT. Diretamente do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, atletas do universo radical falaram sobre suas perspectivas a respeito da entrada do VERT no programa esportivo das Olimpíadas, modalidade do skateboarding que ganhará uma oportunidade como demonstração nos Jogos de Los Angeles-2028.

Com bagagem e respeito de sobra dos demais mundo afora, para brigarem pelo VERT e o representarem tão bem. Rony Gomes, por exemplo, foi campeão mundial da modalidade em 2013 e carrega essa bandeira há anos. O jovem fenômeno Gui Khury conquistou o mesmo título em 2024. Luigi Cini já se tornava campeão brasileiro de Skate Vertical aos 16 anos. E Steven Pineiro, 6º lugar na modalidade Park nos Jogos de Tóquio-2021, é figura carimbada em todos os eventos da modalidade.

Para as disputas deste final de semana, os skatistas ressaltaram que querem garantir a vibração do público e que querem que essa energia se espalhe e mais pessoas curtam e apoiem o esporte que tem tudo para estar em Brisbane-2032, na Austrália.

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O skatista curitibano Luigi Cini que compete pela primeira vez aqui em Brasília, tem o VERT como inspiração para construção da sua base no park, modalidade que ele tem focado nos últimos anos e por isso, torce para que a novidade de 2028 permaneça em 2032.

“O VERT empurrou a evolução do skate e continua sendo um tipo de rampa que gosto muito de andar, que possibilita manobras de aéreo do mais alto nível. Já ouvimos fortes rumores de que vai mesmo acontecer. Depois que o Park e o Street viraram olímpicos, veio um efeito bola de neve muito legal, com um aumento impressionante no número de pistas pelo Brasil e pelo mundo. Que possa acontecer o mesmo com o VERT” comentou Luigi Cini.

O conterrâneo Em seu terceiro evento disputando a a modalidade no Pro Tour STU, Gui Khury não só subiu ao pódio nas duas primeiras vezes, em Porto Alegre e em São Paulo, mas saiu campeão. “Ontem já senti que a energia aqui será alta também.

"Sobre essa questão de estarmos perto de ver o VERT nas Olimpíadas, acho bizarro isso ainda não ter acontecido. Mas acredito que, em 2032, já será uma realidade, depois da demonstração nos Jogos de Los Angeles. Tem muita coisa boa para acontecer, sem falar que o VERT é o mais fácil para o público entender e o mais legal de se ver”, Gui Khury, de Curitiba.