O Google oficializou nesta quarta-feira, 12, sua nova geração de smartphones, a linha Pixel 11, com preço US$ 100 mais alto, citando uma escassez "sem precedentes" de chips de memória. A empresa também atribui o aumento ao crescimento da demanda por semicondutores destinados a aplicações de inteligência artificial.
Os novos aparelhos têm preços a partir de US$ 899 nos Estados Unidos e começam a ser vendidos em 20 de agosto.
O Google já havia alertado, no fim do mês passado, que uma alta sem precedentes nos custos de memória pressionaria os preços de seus mais recentes dispositivos. A forte demanda dos data centers de inteligência artificial (IA) compete pela capacidade de produção de semicondutores, elevando os custos para os fabricantes de smartphones.
A nova linha é construída em torno do processador Tensor G6 e da versão mais recente do Gemini Nano. Segundo o Google, o chip é capaz de processar tarefas de IA diretamente no dispositivo até 3,5 vezes mais rápido, consumindo até 3,5 vezes menos energia. A empresa também afirma que o Tensor G6 melhora a navegação na internet em 25% e reduz em 15% o tempo de abertura de aplicativos.