Nesta quarta-feira uma árvore de cerca de 12 metros, localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, teve que ser suprimida pela prefeitura. A espécie de Sibipiruna, que estava até então estava na Rua dos Andradas na esquina com a rua Caldas Júnior, se encontrava seca e morta devido aos danos causados por ficar diversos dias submersa durante a enchente do ano passado.
A supressão foi realizada após a confecção de um laudo por um engenheiro agrônomo, que esteve no local para identificar que tipo de manejo arbóreo, entre podas, supressão, destocamento, se aplicavam ao vegetal.
Como forma de compensação da árvore suprimida, uma nova muda será plantada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Smamus), não necessariamente no mesmo local da anterior. De acordo com a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSURB), por mês, em média 1,6 mil protocolos desse tipo são abertos em Porto Alegre.
O cidadão que observar árvores com problemas pode solicitar um atendimento no aplicativo 156 da prefeitura de Porto Alegre.
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Impacto de enchente nas árvores da Capital
No mês de maio, a prefeitura de Porto Alegre divulgou durante a Semana da Superação e da Solidariedade, estudo inédito realizado pela Smamus, que apontou para 10,4% das árvores do Centro Histórico e 4º Distrito classificadas como mortas devido à falta de oxigenação nas raízes e troncos. Levantamento mostrou ainda que 71,6% das espécimes ficaram por algum período submersas.
* Texto de Ana Cardoso, sob supervisão de Carmelito Bifano