Cidades

BNDES aprova financiamento para Rio Grande

Pouco mais de R$ 39 milhões devem ser investidos em infraestrutura nas áreas de educação e saúde

O Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) aprovou o financiamento de R$ 39,3 milhões para Rio Grande, no Sul do Estado. Os recursos, provenientes do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS). "O fundo permite financiar investimentos sociais de longo prazo com entregas concretas para a população. Esses financiamentos estão direcionados à ampliação da infraestrutura pública de educação e saúde, com novas escolas, creches e vagas na rede de ensino, além de unidades de atenção básica, urgência, reabilitação e saúde mental", destacou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

O Fundo foi criado em 2024 e é administrado por um comitê gestor coordenado pela Casa Civil da Presidência da República, com a participação dos ministérios da Educação, Fazenda, Justiça, Segurança Pública e Saúde. Em Rio Grande, o financiamento reúne investimentos nas duas áreas. Do total, R$ 32 milhões serão destinados à infraestrutura de educação e R$ 7,3 milhões à saúde.

Na educação, estão previstas a construção de uma creche e pré-escola, quatro escolas e uma quadra coberta, além da ampliação de duas unidades escolares. As intervenções incluem a Creche Junção, as Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs) Junção e Parque Guanabara, além de novas instalações para as EMEFs Navegantes e Cristóvão Pereira de Abreu, na Ilha da Torotama, e a construção de uma quadra na EMEF Clemente Pinto. Os colégios Dolores Garcia e Peixoto Primo também serão ampliados.

Na saúde, os recursos financiarão uma base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), uma Policlínica Municipal, um Centro Especializado de Reabilitação (CER) e um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). O conjunto dos investimentos tem execução prevista em 36 meses, com conclusão estimada para fevereiro de 2029. "O FIIS é mais um instrumento para acelerar projetos que influenciam a vida das pessoas, como novas creches, escolas, unidades de saúde e equipamentos públicos", concluiu o Secretário Especial do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Roberto Garibe.

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