A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) iniciou um novo plano para a universalização do saneamento no Estado, com o objetivo de ampliar a cobertura do esgotamento sanitário, que hoje alcança os 35% dos gaúchos, conforme dados do Instituto Trata Brasil. Novo plano de saneamento desenvolvido abrange 18 mil quilômetros de redes coletoras, construídas mais de 3,1 mil estações de bombeamento e 331 estações de tratamento de esgoto. Investimento de R$ 15 bilhões até 2033 tem expectativa de que mais de 1,5 milhão de residências possam ser conectadas ao sistema.
Atualmente, na região atendida pela companhia, houve um aumento de um aumento de 41% da cobertura, quando comparada aos 17% apontados em julho de 2023, quando a Aegea assumiu a gestão da Corsan. Até dezembro de 2024 foram construídos 278 mil metros de rede coletora de esgoto e até o final deste ano a expectativa é entregar outros 700 mil metros, beneficiando mais de 200 mil pessoas.
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Para marcar o começo desta grande mobilização, a empresa lança a campanha “Te Liga, Meu Rio Grande”, com proposta de reforçar a importância e os benefícios do tratamento de esgoto para todos, incentivando a conexão das residências à rede coletora.
Aliada ao trabalho de equipes em campo, a campanha será veiculada em TV, rádios e jornais impressos do Estado, além das mídias digitais da empresa. Com conscientização e informação, a Corsan explicará cada etapa do processo: desde a instalação das redes nas ruas, passando pela conexão dos domicílios à infraestrutura pública, até o tratamento do esgoto nas estações e sua devolução ao meio ambiente em forma de efluente tratado.
Conforme a diretora-presidente da Corsan, Samanta Takimi, a universalização do esgotamento sanitário em centenas de municípios gaúchos é um grande desafio para a companhia. “O que estamos fazendo no Rio Grande do Sul não é somente o maior plano de investimento, é um movimento de transformação”, destaca. E para o plano seja concretizado serão necessárias obras em larga escala, em cidades que não foram planejadas para receber saneamento. “As intervenções poderão causar alguns transtornos temporários que serão revertidos em benefícios permanentes como mais saúde e qualidade de vida para essa e às próximas gerações”, conclui.