Começou nesta segunda-feira a operação para tentativa de remoção da lama que apareceu na beira da praia do Cassino, em Rio Grande. Segundo o secretário municipal do Cassino, Miguel Satt, o trabalho iniciou no lado direito para o expurgo de onde há um barro mais compacto. “A lama vem com líquido o que nos força a esperar um tempo para virar barro compactado e poder fazer algo”, justificou.
Em novembro, cerca de dois quilômetros foram interditados após o aparecimento da lama. Após o ciclone extratropical, ocorrido na última semana, houve mais um ponto de aproximadamente 1,5 quilômetro de barro compactado. “Delimitamos a área e é importante confirmar que a água está boa e não há barro no local, apenas na faixa de areia, onde delimitamos o trecho”, disse.
Atualmente, o trecho com lama ou barro tem 2,5 quilômetros de extensão, sendo 1,5 quilômetro no sentido do bairro Querência e 1 quilômetro na direção contrária. “As pessoas podem parar, mas não recomendamos banho no local”, orientou.
Satt espera resolver a situação até o final do ano, mas admite que depende do auxílio da natureza para que isto ocorra. “Precisamos da força da maré e dos ventos para que possamos conseguir fazer nosso trabalho”, assinalou.