Em assembleia realizada na tarde desta segunda-feira, os trabalhadores do setor rodoviário de São Leopoldo, na Região Metropolitana, decidiram manter a mobilização e rejeitar a proposta apresentada durante audiência de mediação realizada no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4). A categoria considera proposta insuficiente por atender a principal reivindicação, referente à defasagem dos salários.
A mobilização foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de São Leopoldo e Região, que denuncia a diferença de remuneração em comparação com outras cidades da região. “O setor patronal deixou de apresentar uma alternativa capaz de valorizar os trabalhadores, que seguem recebendo remunerações inferiores às praticadas em municípios vizinhos, além de benefícios também defasados”, defende a entidade.
Os trabalhadores reivindicam a recomposição calculada em 4,42% além de ganho real de 10% somado a 20% de reajuste no vale-alimentação e pagamento do benefício durante as férias. As empresas ofertaram um reajuste de 2% nos salários e vale-alimentação a partir de junho, complementação do vale alimentação para 4,5% em agosto e complementação do reajuste salarial pela também em 4,5% em novembro.
A mobilização foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de São Leopoldo e Região, que denuncia a diferença de remuneração em comparação com outras cidades da região. “O setor patronal deixou de apresentar uma alternativa capaz de valorizar os trabalhadores, que seguem recebendo remunerações inferiores às praticadas em municípios vizinhos, além de benefícios também defasados”, defende a entidade.
A partir desta terça-feira, o transporte coletivo do município deverá operar com pelo menos 50% da frota pela manhã entre 6h e 9h e, durante a tarde, das 16h30min e 19h30min. A medida atende determinação judicial imposta pelo TRF4 para a mobilização que conta com a adesão de mais de 200 profissionais das quatro empresas que operam o transporte coletivo de São Leopoldo.