O dólar reduziu o ritmo de alta após um funcionário do governo da Grécia ter afirmado que estaria "próximo de um acordo" com a chamada troica (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) em relação aos ajustes necessários para que o país receba um novo pacote de resgate financeiro.
Na mínima, o dólar no balcão atingiu R$ 1,7430. No mês, o ganho acumulado cresceu para 11,29% e, no ano, para 6,61%. Na BM&F, o dólar pronto fechou a R$ 1,7840, alta de 3,39%. Na mínima, a moeda chegou a R$ 1,7545 e, na máxima, a 1,7950. No mês, a divisa ampliou o ganho para 12,13% e, no ano, para 7,28%.
Pela manhã, a falta de uma solução para a Grécia na reunião de ministros das Finanças, na Polônia, e a continuidade da aversão ao risco no exterior levou os investidores de curto prazo, que apostaram na venda de dólar após os picos da semana passada, a correrem para zerar as posições na manhã desta segunda. O movimento acabou detonando movimentos de stop loss, fazendo o dólar futuro com vencimento em outubro romper R$ 1,800. Mas quando a cotação cravou R$ 1,807 o mercado se assustou e a moeda arrefeceu um pouco a alta.