Desde o fim de maio, o mercado financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Ele poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos.
Na semana passada, o Banco Central realizou um leilão equivalente à venda de dólares no mercado futuro, o swap cambial, a fim de conter a alta do dólar quando a moeda chegou à casa dos R$ 2,30. Nesta segunda-feira, apesar das expectativas dos investidores, a autoridade monetária não interveio.