Estudo do Departamento do Comércio dos EUA informou pela manhã que as vendas de moradias novas recuaram 13,4% em julho, na comparação com junho, para a média anualizada de 394 mil unidades, o menor nível em nove meses. A queda das vendas eleva os temores de que o aumento das taxas de hipotecas afetará a recuperação do mercado imobiliário e ajuda a alimentar as expectativas de que o Fed esperará mais para começar a reduzir seu programa de compra de ativos de US$ 85 bilhões mensais.
As especulações de que o banco central norte-americano começaria em setembro a reduzir estímulos aumentou o apelo do dólar, mas qualquer sinal de que a economia possa estar cambaleando reduz essa expectativa. O dólar caiu ante o euro, o franco suíço e os dólares canadense e australiano, mas não sofreu grandes alterações ante o iene. "Os números do setor imobiliário foram horríveis, mas as pessoas precisam ver um pouco mais disso para se convencer de que o Fed não começará em breve a reduzir estímulos", disse George Dowd.
Na zona do euro, sinais de recuperação da confiança do consumidor deram à moeda comum europeia algum suporte. O índice de confiança do consumidor da zona do euro subiu para -15,6 em agosto, de -17,4 em julho, o nível mais alto desde julho de 2011.