Economia

Federasul dá posse a 70 filiadas em Porto Alegre e reforça união do empresariado gaúcho

Presidente destaca desafios como redução da litigância e fortalecimento do empreendedorismo em ano eleitoral

Cerimônia de posse foi realizada no Salão Nobre do Palácio do Comércio, em Porto Alegre
Cerimônia de posse foi realizada no Salão Nobre do Palácio do Comércio, em Porto Alegre Foto : Fabiano do Amaral

Uma cerimônia realizada no Salão Nobre do Palácio do Comércio, em Porto Alegre, na noite desta terça-feira, marcou a posse conjunta de mais de 70 diretorias de entidades filiadas à Federasul. A solenidade contou com a presença de cerca de 250 convidados, entre eles o vice-governador do Estado, Gabriel Souza.

As entidades que renovaram suas diretorias estão localizadas nas seguintes regiões: Alto Jacuí Botucaraí Central, Centro-Sul, Fronteira Noroeste, Fronteira Oeste, Litoral/Paranhana, Médio Alto Uruguai, Metropolitana e Delta do Jacuí, Missões, Nordeste, Hortênsias, Noroeste Colonial, Norte, Produção, Serra, Sul, Campanha, Vale do Rio dos Sinos e Caí, Vale do Rio Pardo, Jacuí-Centro e Vale do Rio Taquari. A região que mais trouxe presidentes foi a Metropolitana, com 12 representantes, seguida pela Fronteira Noroeste, com 11 entidades presentes.

O presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, destacou o objetivo da posse conjunta. “Isso foi uma ideia que surgiu em 2007, e depois se viu o poder de mobilização, de atuar em bloco da federação, nas mesmas causas, nas mesmas lutas, se movendo como um bloco único. E essa posse simboliza muito disso. As pessoas reconhecem seus valores nas outras lideranças, se identificam e sentem orgulho de fazer parte de um grande projeto”, afirmou.

Presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa | Foto: Fabiano do Amaral

Diante de um ano eleitoral, o presidente lembrou que o “Manifesto do Empreendedor”, lançado em janeiro pela Federasul, lista 12 eixos de ação considerados essenciais para o empresariado gaúcho. Para Sousa Costa, um dos principais desafios do Estado é diminuir a litigância. “O maior desafio é mudar essa postura beligerante, ideológica e litigante do gaúcho, para que o ambiente seja acolhedor para quem empreende e investe de boa-fé. Não podemos confundir quem age de má-fé com o empreendedor que age de boa-fé, que pode até errar, mas age de boa-fé. Ele é essencial. Não existe prosperidade social e não existe uma democracia saudável sem pequenos, médios e grandes empreendedores”, analisou.

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