Ainda pelas estimativas da entidade, as vendas de óleo diesel - produto que responde por 47,1% do mercado - subirão 6,8% (para 55,804 bilhões de litros) e as de gasolina, 12,2% (39,826 bilhões de litros). Já as vendas de etanol cairão 10,4% em 2012 ante 2011, com 9,767 bilhões de litros. Uma das razões pode ser o alto preço do combustível. Segundo o Sindicom, vale a pena abastecer o carro com etanol apenas quando ele tem até 70% do preço da gasolina. Isso ocorreu apenas em quatro estados, entre janeiro e novembro deste ano.
As quedas esperadas para o gás natural veicular (GNV) e para o óleo combustível chegam a 7% e 2,5%, respectivamente. Entre os lubrificantes, o crescimento esperado das vendas é 1,9%, com destaque para os automotivos (3%). As graxas e os óleos básicos devem aumentar 1,7%. Já os lubrificantes industriais devem ter queda de 1,2%.
O levantamento divulgado nesta terça-feira pelo Sindicom também mostra que a gasolina é o combustível com maior carga tributária (34,3%). O diesel tem uma carga de tributos média de 20,6%. Já o etanol tem carga de impostos menor em São Paulo (19,1%) do que no resto do país (27,8%).