O encontro contou com a presença de 19 conselheiros que entenderam que o parecer precisa ser discutido antes de entrar em votação. Os debates sobre a proposta podem ocorrer ainda esta semana. De acordo com a presidente do CEEd, Cecília Martins Farias, a imprensa estaria passando uma visão equivocada do tema e ela acha que é preciso esclarecer a medida.
Já o presidente do Sindicato do Ensino Privado (Sinepe), Bruno Eizerik, elogiou o envolvimento dos veículos de comunicação na pauta. Segundo ele, o parecer deveria ter sido “sepultado ainda hoje”, uma vez que o texto retira o poder disciplinador das escolas. “Foi uma vitória dos educadores, mas sou obrigado a lamentar que esse assunto não tenha sido sepultado de uma vez por todas”, lamentou o representante do Sinepe.
Se a proposta fosse aprovada pelos integrantes do conselho, as escolas públicas, municipais e privadas do Estado estariam impedidas de expulsar, suspender ou afastar os estudantes que descumprirem regras de convivência ou mesmo se envolvam, em transgressões disciplinares nas instituições de ensino. A resolução seria aplicada em todos os casos, independentemente de o aluno ter histórico violento ou como infrator.
* Com informações do repórter Cláudio Isaías