O evento é organizado duas vezes por ano, desde 2004. “O objetivo é fazer com que eles coloquem em prática tudo aquilo que aprenderam em sala de aula”, explica o professor Luis Alberto Segovia González, coordenador da competição. Ele explica que, além do conteúdo estudado, os alunos têm a oportunidade de aprender a trabalhar em grupo, usar o computador para resolver problemas de engenharia e justificar seus projetos de forma oral e escrita - além de lidar com um orçamento enxuto, já que a quantidade de espaguete é limitada. Nas primeiras edições, segundo ele, as pontes se quebravam com facilidade. Tanto que o primeiro vencedor registrou uma carga de apenas 5,5kg. “É difícil, mas eles aprenderam a fazer”, observa González.
A competição consiste na construção e teste de carga de uma ponte treliçada, construída com macarrão do tipo espaguete e adesivo epóxi. O comprimento máximo é de um metro e a ponte não pode pesar mais de 900 gramas. Durante o teste de carga, a ponte é carregada até se romper devido ao peso. A equipe vencedora recompensada com medalhas, certificado, almoço cortesia em um restaurante de culinária italiana, vales-compra em uma livraria e outros prêmios.