A diretora da instituição, Leda Larratéa, lembrou que as obras haviam começado há dois anos e já deveriam estar concluídas. “Queremos que a escola seja devolvida à comunidade”, afirmou. Na época em que os trabalhos começaram, a comunidade escolar formada por cerca de 50 turmas teve de se dividir e ocupar quatro locais diferentes: Instituto Estadual Rio Branco; escolas estaduais de ensino fundamental Roque Callage e Felipe de Oliveira; e Escola Estadual de 1º Grau Professora Dinah Néri Pereira. “Queremos voltar”, resumiu.
Ela calculou que apenas 10% da obra foram realizadas, sendo então rescindido o contrato com a empresa responsável. Um novo processo está em andamento por parte do Governo do Estado para o reinício dos trabalhos, mas a diretora avaliou que “está bem demorado”. De acordo com Leda Larratéa, a restauração inclui os telhados, móveis, redes de água, luz e esgoto, fachada externa e interna, salas e banheiros. “É um prédio de 1935”, recordou, destacando que o mesmo é tombado pelo município e estado.