Conforme ela, o Cpers deliberou pela suspensão da proposta de reforma do Ensino Médio. “Essa proposta tem que ser discutida com a comunidade escolar”, sustentou. Na sede do sindicato, o comando de greve avaliou o documento com respostas do governo estadual aos 27 itens da pauta de reivindicações.
De acordo com Rejane de Oliveira, o magistério gaúcho está na segunda semana de greve e lutando em função do receio da categoria em realação às ameças de corte de ponto e também de assédio de algumas direções de escola. “Nada disso tem impedido que a categoria se mobilize e participe das atividades. Estamos percorrendo escolas onde conversamos com professores e funcionários e também com pais e alunos sobre o movimento de greve“, acrescenta.
Para ela, o governo Tarso em quase três anos de gestão não fez "nenhum gesto" para resolver a situação do magistério. O governo do Estado, através da Secretaria Estadual da Educação (Sdeuc), adianta que o pedido de suspensão da reestruturação curricular do Ensino Médio é inegociável. Sobre o reajuste do piso nacional pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), a Seduc reafirma que o governo não tem como pagar o valor de R$ 1.567,00.