Aguardando por melhorias desde 2012, o Instituto Estadual de Educação Professor Pedro Schneider, conhecido como colégio Pedrinho, em São Leopoldo, enfrenta problemas na rede elétrica, hidráulica e estrutura física. A escola foi incluída no Plano Nacional de Obras em 2011, mas o repasse ainda não foi feito, nem o levantamento das obras necessárias.
A diretora da instituição, Lucimar Lopes Pedroso, conta que a situação é ainda pior do que há quatro anos. “As paredes começaram a descascar, o telhado está com buracos, a pintura está velha, e o colégio foi pichado na parte de fora do prédio. Temos janelas quebradas, salas de aula precárias e piso soltando em diversas cômodos.” Ela destaca que pelo plano de obras, além da manutenção do prédio, que tem mais de 60 anos, estariam incluídos investimentos para aquisição de mobília e pintura.
Na época da divulgação do pacote, o investimento anunciado para o Pedrinho era de R$ 2 milhões. A diretora lembra que outras verbas federais, também estão em atraso, como os cerca de R$ 22 mil do Programa Dinheiro Direto na Escola, dos quais apenas R$ 12 mil foram repassados em 2014. “Neste ano ainda não recebemos nada. Além disso, o valor referente ao Programa Mais Educação, que deveria ter vindo no segundo semestre de 2014, também não chegou.” Ela diz que, em razão disso, o projeto foi suspenso na escola, que tem 1,3 mil alunos.
De acordo com a 2ª Coordenadoria de Educação, o instituto é uma das 19 escolas do Estado contemplada no plano, que ainda não foi executado devido à troca de governo. O projeto de melhorias do colégio Pedrinho está sendo refeito e deve ser executado em breve.
Escola de São Leopoldo aguarda por reforma há quatro anos
Situação no “Pedrinho” é pior hoje do que quando escola foi incluída no Plano Nacional de Obras