Os estudantes pedem mais investimentos na educação, contratação de professores e a não demissão dos contratados ligados às lutas sindicais. Também reclamaram dos investimentos para a Copa do Mundo, que, segundo eles, privilegia entidades privadas "enquanto a educação é deixada de lado". Os manifestantes ressaltaram que não querem que haja férias coletivas durante a competição.
O secretário estadual da Educação, José Clóvis de Azevedo, já anunciou que a rede pública do Rio Grande do Sul não irá interromper o ano letivo de 2014 no período do Mundial da Fifa. “Não vamos subverter o ano letivo em função da Copa do Mundo”, declarou. Porém, Azevedo disse que as escolas poderão liberar os alunos nos dias de jogos do Brasil. “Dependendo da situação de cada escola, os alunos poderão ser dispensados, ter períodos reduzidos ou ver o jogo no ambiente escolar, por meio de um telão”, esclareceu.
Durante a caminhada, o grupo também anunciou grande passeata e ato público contra o aumento de passagens dos ônibus marcado para o fim da tarde desta quinta-feira, quando serão esperados em torno de 6 mil estudantes e trabalhadores. O movimento Quinta-Feira Será Maior está usando as redes sociais para sensibilizar e reunir o maior número de pessoas possível. Uma série de protestos pressiona o Executivo municipal a reduzir a tarifa para R$ 2,60. No dia 25 de março, o preço subiu de R$ 2,85 para R$ 3,05.