As informações, segundo ele, podem permitir que outros critérios, além das notas, sejam levados em consideração nos rankings, por exemplo. "O ranking é uma forma de síntese dos dados. É uma coisa que é feita e continuará sendo feita. Mas é possível atuar com diferentes recortes." Para ele, a inclusão de novos indicadores pode mostrar o quanto o desempenho de determinadas escolas pode estar ligado ao contexto socioeconômico.
A mudança é uma demanda feita pelo presidente e que, agora, está sendo estudada pelo Inep e pelo Ministério da Educação (MEC), mas não há confirmação de que ela possa ocorrer ainda neste ano. O Inep ainda analisa quais indicadores podem ser usados na divulgação. Além de dados socioeconômicos, outro índice que pode ser usado se refere à qualidade dos docentes. "Para definir a escola temos de definir o aluno e também o professor, as condições que ele tem. Isso tudo impacta o aprendizado dos alunos nas escolas."