Ensino

MEC faz balanço de programa de formação de professores

Instituído em maio deste ano, o Prilei destina recursos a formação de professores para Educação Integral; reunião em Brasília reuniu representantes

Foto : Valdir Rocha/ Agência Alagoas/CP

Hoje (10/12) é o segundo dia de debate no Ministério da Educação (MEC) sobre o Programa Institucional de Fomento e Indução da Inovação da Formação Inicial e Continuada de Professores com Ênfase na Educação Integral (Prilei). O programa presta apoio técnico e financeiro a instituições de Ensino Superior que ofertem cursos de licenciatura e de formação continuada focados na Educação Integral. As formações são destinadas a profissionais da educação sem curso superior, a graduados em áreas distintas de sua atuação e a estudantes com bom desempenho no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), sob compromisso de realizar um ano de residência docente na rede pública. No estado, a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) é uma das instituições participantes do programa.

Na sede do MEC, em Brasília, representantes dos coordenadores e estudantes das licenciaturas vinculadas ao Prilei reuniram-se com diretores da pasta para fazer um balanço da aplicação do programa, que iniciou em maio deste ano.

A secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, aponta que, apesar dos avanços, o Prilei deve expandir sua oferta. “Atualmente, temos mais de 2.800 estudantes participando do Prilei, mas é necessário alcançar mais gente e superar a desconexão que existe entre o que é ensinado nas licenciaturas e aquilo que a sala de aula verdadeiramente precisa. As vivências de cada povo são únicas e precisamos pensar nesses contextos para construir uma formação adequada para os professores, reconhecendo nossas desigualdades e potencialidades.”