Os profissionais devem continuar parados hoje e retomar as atividades amanhã. Segundo a monitora Viviane Teixeira, integrante da Comissão dos Representantes de Escola, a categoria participou da elaboração das atribuições da classe junto com o governo municipal. A exigência passou a ser de nível médio, mas conforme ela, boa parte dos monitores tem curso superior. “Esperávamos que o nosso salário acompanhasse o aumento das exigências”, afirmou. O básico é de R$ 1.020 para jornada de 30 horas.
Outra demanda é a contratação de novos monitores. Para a diretora de ações de combate à opressão do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa), Maria José da Silva, o quadro de 300 funcionários deveria ser, no mínimo, dobrado.
Durante a manifestação, em frente ao Paço Municipal, os monitores deram uma aula simbólica. Alguns pais também apoiaram a ação e levaram os filhos para frente da prefeitura. “Queremos pressionar o governo e mostrar a importância da categoria. Quando um professor falta, nós é que assumimos”, declarou Viviane.