Aulas foram suspensas nesta terça-feira, em Porto Alegre, no primeiro dia de paralisação convocada pelo Cpers. A greve, que vai até quinta-feira, é uma mobilização nacional que incentiva as escolas públicas a fecharem as portas para que professores e alunos participem de atos em prol da educação.
Entre outras pautas, o Cpers alega que há a terceirização de serviços nas escolas, a entrega de escolas a organizações sociais e o parcelamento dos salários. Na escola Júlio de Castilhos, onde os alunos já foram informados da paralisação e dispensados, houve adesão total dos professores. O mesmo aconteceu na escola Inácio Montanha, em Porto Alegre. O Instituto Parobé, no entanto, recebeu os estudantes e está com as atividades normais.
A presidente do Cpers/Sindicato, Helenir Schürer, afirmou em entrevista à Rádio Guaíba que a categoria sempre atende ao chamamento da Confederação Nacional dos Estudantes. "Nós estamos com diversos colégios mobilizados para analisarmos o movimento. Isso representa uma sinalização para o que pretendemos para o dia 18, data em que decidiremos a nossa questão aqui no Rio Grande do Sul", explicou.
Uma assembleia geral foi convocada pelo Cpers para o dia 18 no Gigantinho. Segundo Helenir, a reunião definirá pelo fim ou continuidade das paralisações no RS.
Paralisação de professores suspende aulas em escolas de Porto Alegre
Cpers atendeu convocação nacional e dispensou estudantes de instituições públicas