A paralisação ocorre de hoje a quinta-feira. A categoria pede, junto ao movimento nacional, a implantação do piso do magistério. Os docentes também exigem melhorias nas escolas e nas condições de trabalho.
Conforme a Seduc, os servidores que não trabalharem terão o dia descontado na folha de pagamento. A orientação é para que os estudantes sigam indo à escola, pois não podem ser impedidos de entrar. As aulas que ficarem pendentes precisarão ser recuperadas.
No início da tarde, cerca de 2 mil professores ligados ao Cpers fizeram uma caminhada, entre a sede da entidade e o Palácio Piratini. Entre as 13h e as 14h, a manifestação interrompeu o tráfego em vias como a Alberto Bins, a Doutor Flores e a Salgado Filho. Os professores seguiram pela avenida Borges de Medeiros, Jerônimo Coelho e Duque de Caxias, chegando, às 14h30min, em frente à sede do Executivo, onde fizeram uma encenação representando a prisão do governador Tarso Genro pelo não pagamento do piso salarial da categoria.