No Colégio Nossa Senhora do Rosário, onde ocorrem as provas para candidatos ao curso de Medicina, não foram registrados atrasos. Para driblar a ansiedade, muitos candidatos optaram por relaxar na véspera - enquanto outros ainda revisavam o conteúdo pouco antes de entrar na sala. "Tivemos um ano inteiro para ver a matéria. Tens que fazer a prova com o que tu sabes", disse o vestibulando Rafael Wassler, 20 anos. Em setembro, ele passou no vestibular da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) em Medicina e agora tenta uma vaga na Ufrgs.
A estudante Gabrielli Zagonel, 16 anos, de Portão, ainda está no 2º ano do Ensino Médio, mas resolveu prestar o vestibular como teste para o ano que vem. "Mesmo assim, o nervosismo é grande", afirmou. Dependendo do desempenho, ela pretende inscrever-se em um curso de pré-vestibular. O movimento de pais dos vestibulandos também é grande em frente aos locais das provas. Enquanto aguardam os filhos, muitos passam o tempo lendo ou tomando chimarrão.