Na Cidade de Deus, diversas instâncias do judiciário - Tribunal de Justiça do Estado (TJ-RJ), Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) - criarão serviços de atendimento à população, onde estarão presentes também Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Defensoria Pública.
A iniciativa, segundo explicou o juiz auxiliar José Guilherme Werner, secretário adjunto do CNJ, é garantir sustentabilidade à própria ideia das UPPs. Não há definição ainda sobre os serviços que serão oferecidos. "Trata-se de um grande guarda-chuva que poderá agregar outros serviços futuramente", explicou Werner.
Há possibilidade de o TJ-RJ criar postos de atendimento de juizados especiais, assim como o TRF conferir atendimento na área das reclamações da Previdência Social. "Esses serviços marcarão a presença do Estado e do Judiciário nas comunidades atendidas pelas UPPs", definiu Werner, sem especificar qual será a próxima favela.