Silva, acusado das mortes de pelo menos oito meninos na região Norte do Estado, entre os anos de 2002 e 2004, negou ter matado Jéferson, mas admitiu ter mantido relações sexuais com o garoto. Ele foi condenado por homicídio duplamente qualificado e atentado violento ao pudor. Com a sentença proferida pelo presidente do Tribunal do Júri, juiz Ricardo Arteche Hamilton, as penas do paranaense, somadas, chegam a 200 anos.
Ele deverá voltar a ser julgado em Passo Fundo pela morte do menino Volnei Siqueira dos Santos, de 14 anos. O primeiro júri deste caso foi anulado e o julgamento, que ainda não tem data marcada, deverá ser o último da série enfrentada pelo acusado.
Depois do julgamento, Adriano da Silva foi levado de volta para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc), onde está recolhido deste o início de 2004, quando foi preso.