O delegado penitenciário regional, Everson dos Santos, explica que a medida ficará em vigor enquanto durarem os trabalhos para recuperação dos setores afetados pelo fogo. Uma vistoria técnica deve determinar o dano total.
Conforme Santos, o incidente começou quando duas presas foram retiradas da cela e encaminhadas a outra área, por terem sido acuadas pelas demais. Isso gerou revolta, fazendo com que as detentas agredissem funcionárias verbalmente e arremessando objetos através das grades. Após, elas passaram a atear fogo nos colchões e mantas.
Os bombeiros foram chamados e conseguiram controlar as chamas em pouco tempo. Três detentas precisaram receber atendimento médico devido à inalação de fumaça, sendo liberadas em seguida.