Após a apresentação do laudo, a defesa de Cadu pediu sua transferência da Penitenciária Federal de Catanduvas para o Hospital Psiquiátrico Complexo Médico Penal, no Paraná. O pedido, no entanto, ainda não foi julgado. O advogado de defesa, Gustavo Badaró, não foi encontrado para se pronunciar sobre o caso.
Cadu confessou ter assassinado o cartunista, de 53 anos, e seu filho Raoni, de 25, a tiros no dia 12 de março em Osasco, na Grande São Paulo. Dois dias depois o jovem foi detido em Foz do Iguaçu, no Paraná, ao tentar cruzar a fronteira com o Paraguai. Na ocasião, ele trocou tiros com policiais rodoviários federais, ferindo um deles.