Em nota, o Sindimate esclarece que foi criada nova legislação para o setor no Mercosul reduzindo a tolerância com metais pesados em alimentos. A norma foi publicada em agosto do ano passado no Brasil. Após tomar conhecimento do embargo, a representação garante que mais de 500 testes já foram realizados. A origem do problema ainda não foi esclarecida, mas pode ter surgido com chuva ácida ou decorrente da utilização de adubos e fertilizantes.
As análises, segundo a nota, apontaram que os metais não se desprendem com a água quente e que só podem ser percebidos na folha seca. A publicação, em nenhum momento, deixa claro se, mesmo assim, o produto provoca ou não algum problema para a saúde.
O Ministério Público criou um grupo de trabalho com o objetivo de identificar falhas na fiscalização e se há mesmo excesso de chumbo e cádmio na erva consumida pelos gaúchos. A expectativa é que em 30 dias o resultado seja conhecido.