Os rodoviários se comprometeram a seguir à risca as determinações dos Ministério Público do Trabalho (MPT) para que a greve seja legítima. Em reunião na sexta-feira, na sede do MPT, ficou estabelecido que a EPTC irá fiscalizar o cumprimento do que foi prometido pelas partes envolvidas e enviará relatórios diários ao MPT, o qual monitorará o movimento enquanto ele persistir.
A EPTC e entidade patronal reconhecem os prejuízos à população com os outros 70% dos ônibus parados. “É um prejuízo significativo. Esperamos que as pessoas consigam organizar caronas ou buscar outros transportes alternativos para deslocamento”, disse o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari. A EPTC disponibilizou 250 agentes de trânsito por turno para atuar nas principais vias e garagens das empresas de ônibus.
Passageiros poderão ir em pé nas lotações
O atendimento das linhas de lotação será ampliado, com a permissão de que passageiros viajem em pé. A frota de táxis também foi alertada sobre a paralisação e está mobilizada. A prefeitura vai alterar os tempos das sinaleiras nos principais eixos para dar uma maior agilidade ao transporte coletivo.
O Centro Integrado de Comando, que conta com 840 câmeras nas principais vias e locais públicos, vai monitorar os reflexos da greve na cidade e orientar a população sobre opções de mobilidade.