O acordo firmado entre o procurador José Túlio Barbosa, a Goldsztein e a prefeitura de Porto Alegre permite a derrubada de três dos seis casarões construídos na década de 1930. Os outros três terão que ser restaurados e conservados.
O Ministério Público (MP) ainda não detalhou o que vai ocorrer a partir da decisão do não acolhimento do acordo. O caso teve início em 2002. A empresa comprou o conjunto de casas e pretende construir no local um prédio residencial. Moradores do bairro iniciaram um abaixo assinado contrário à demolição alegando o caráter histórico do casario. O MP acionou o judiciário, que barrou a derrubada.