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Contador da Fundae e professor negam acusações

Réus da Operação Rodin foram interrogados na 1ª Vara da Justiça Federal de Santa Maria

Prosseguiram, nesta segunda-feira, os interrogatórios dos 32 réus no processo da Operação Rodin, na 1ª Vara da Justiça Federal de Santa Maria, no Centro do Estado. A operação investiga o desvio de R$ 44 milhões do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS). O primeiro depoimento foi do advogado Rubem Hoher, contador da Fundação Educacional e Cultural para o Desenvolvimento e o Aperfeiçoamento da Educação e da Cultura (Fundae), coordenador do projeto do Detran junto à fundação e sócio de uma prensa subcontratada. Ele negou as acusações e afirmou que não existem provas para incriminá-lo.

O segundo depoimento foi do professor Dario Trevisan de Almeida, que presidiu a comissão do vestibular da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e coordenou o programa Trabalhando Pela Vida da Faculdade de Tecnologia (Fatec), responsável pelos exames de Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Dario negou todas as acusações. Durante o depoimento, o ex- presidente da comissão do vestibular destacou que que a Fatec prestou muitos serviços que não estavam previstos em contrato e que por isso aumentariam os custos.

Nesta quarta-feira, estavam previstos mais dois depoimentos, mas Lair Antonio Ferst não estará presente no interrogatório. O advogado dele apresentou um atestado médico. Assim, somente Silvestre Selhorst prestará depoimento.

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