“O documento foi criado através de uma lei complementar de 1990. Ele precisa ser atualizado já que a demanda no que se refere a limpeza urbana aumentou consideravelmente nesses últimos 13 anos”, explica.
Atualmente o valor máximo pago por quem despeja lixo em locais impróprios é de R$ 950. Carús defende que aumentar o valor da multa é uma maneira de inibir a prática. “O DMLU promove ações de educação e conscientização ambiental permanente, que atingem os públicos mais diversos, mas, assim como no trânsito e em outras áreas é preciso punir as ações com medidas mais rigorosas”, destacou.
A motivação para renovar o código de limpeza urbana da Capital surgiu após a constatação dos altos índices de descarte irregular de lixo. Apenas no no Arroio Dilúvio, desde o dia 2 de maio, já foram recolhido quase 200 toneladas de resíduos.
A ação, realizada por 25 garis, deve ser finalizada até a próxima sexta-feira, dia 31. “Estamos terminando a ação ao longo da avenida Ipiranga. Assim que chegarmos no cruzamento com a avenida Antônio de Carvalho encerramos essa primeira limpeza”, explicou Carús.
O serviço deverá ser permanente. A cada 30 dias as equipes retomarão o trabalho, com a retirada do lixo acumulado em toda a extensão do arroio.