A presidente do colegiado, vereadora Fernanda Melchionna (PSol), se reuniu com o procurador-geral de Justiça, Eduardo de Lima Veiga, na sede do órgão. Conforme Lima Veiga, o material será encaminhado para análise das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos, Criminal e de Controle Externo da Atividade Policial. “São os colegas dessas áreas que têm atribuição para fazer a análise da documentação que estamos recebendo”, explicou.
Os protestos em Porto Alegre começaram ainda em março, motivados principalmente pela alta no preço da passagem do transporte público. As manifestações populares duraram meses e ocorriam ao menos uma vez por semana. Em alguns casos, o ato acabou em confusão, depredação e confronto com a BM.
Entre os dias 10 e 18 de julho, um grupo ocupou a Câmara de Vereadores da Capital. Após deixarem o prédio, os integrantes do movimento protocolaram dois projetos sobre transporte público. O prefeito José Fortunati afirmou, porém, que não há como realizar uma nova redução da passagem, que chegou a ser reajustada neste ano para R$ 3,05 e, posteriormente passou, a custar R$ 2,80, valor em vigor atualmente.