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“O estudo técnico do TCE apontou para um cálculo que vai reduzir o aumento da tarifa, mas não que ela será reduzida. O aumento da tarifa vai ocorrer, com certeza, só que com impacto menor”, analisou o presidente. “Todos os produtos tiveram aumento no último ano. Além disso, tem o reajuste do salário dos rodoviários. Só não posso dizer de quanto vai ser esse aumento”, acrescentou.
Conforme Cappellari, a nova metodologia do cálculo da tarifa, determinada pelo TCE, confirmou o que já tinha sido definido na medida cautelar de 2013 – reduzindo o valor da passagem a R$ 2,80. “Agora, vamos colocar neste cesto de índices o que representa o custo do transporte coletivo, como os preços dos insumos, das peças, pagamento dos rodoviários e outras despesas das empresas”, observou.
A data para o reajuste da tarifa ainda não está definido. De acordo com a EPTC, o estudo técnico só pode ser iniciado após duas condições. “As empresas devem solicitar a revisão, mas apenas quando o IGPM ultrapassar 8% ou depois da celebração do reajuste do salário dos rodoviários. É feita a análise técnica e encaminhada para o Conselho Municipal de Transporte Urbano (COMTU), que terá sete dias para sua avaliação”, explicou Cappellari.