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EPTC descarta reajuste na tarifa de táxi de Porto Alegre

Estudo indica que a alta no preço dos combustíveis causou impacto de 2,44% na categoria

Estudo indica que a alta no preço dos combustíveis causou impacto de 2,44% na categoria
Estudo indica que a alta no preço dos combustíveis causou impacto de 2,44% na categoria Foto : Camila Domimgues / CP Memória
Um estudo da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) indica que a alta no preço dos combustíveis percebida nos postos de Porto Alegre causou impacto de 2,44% na planilha de custos dos taxistas da Capital. O índice é inferior aos 8% necessários para que haja um reajuste extra - além do que anualmente é concedido - à categoria. O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Capellari, explicou que, com base nesse laudo, o órgão vai negar o pedido de aumento protocolado na tarde de sexta-feira pelo Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre (Sintáxi/POA). A decisão será comunicada nos próximos dias.

Capellari lembrou que quase toda a frota de táxis de Porto Alegre é movida a Gás Natural Veicular (GNV). São 3.923 veículos: 2.530 movidos à GNV/Gasolina ou GNV/Etanol, 1.239 movidos à Gasolina/Etanol (flex bicombustível), 136 movidos à Gasolina e 18 movidos à Etanol. A alta no preço dos combustíveis ocorre no etanol e na gasolina.

De acordo com os cálculos da categoria, a tarifa de táxi deveria ser reajustada em até 8%. Com isso, o valor do quilômetro rodado na bandeira 1 passaria dos atuais R$ 1,76 para R$ 1,90. Já na bandeira 2, de R$ 2,29 para R$ 2,47. A bandeirada (largada do taxímetro) passaria dos atuais R$ 3,52 para R$ 3,80.

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