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EPTC está de acordo com determinações da Justiça, diz Capellari

Empresas ingressam com ação e alegam irregularidade no cálculo da tarifa

A respeito da ação judicial e as críticas proferidas pelo presidente do Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa), o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, reafirmou nesta quarta que todos os procedimentos aplicados estão de acordo com a lei. Cappellari lembrou que, desde o início dos eventos que expuseram o tema do preço da tarifa de ônibus em Porto Alegre, a EPTC tem cumprido as decisões da Justiça do Estado e acatado todas determinações e recomendações do Tribunal de Contas.

“Quando houve a revisão da metodologia de cálculo, o município aplicou. Quando ocorreu a desoneração sobre a folha de pagamento, a EPTC calculou. Quando tivemos a decisão liminar pela redução do valor, pusemos em prática no dia seguinte. Quando o decreto presidencial abateu PIS e Cofins, também aplicamos sobre a tarifa”, listou.

Cappellari ainda mencionou a ação da própria Prefeitura, que isentou as empresas de ônibus do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), depois dos protestos populares exigirem providências sobre o tema do transporte coletivo pelo poder público.

Sobre o questionamento acerca da situação ilegal das próprias empresas de ônibus — as quais operam na Capital sem licitação e contrato desde 1989 — ele destacou que a elaboração dos editais está em etapa de conclusão. A primeira bacia de transporte da cidade a ser licitada deverá ser a da zona Sul.

Zonas Norte e Leste deverão ter seus procedimentos na sequencia do primeiro processo, que poderá ter abertura de edital em setembro próximo. Porto Alegre possui atualmente 432 linhas de ônibus que serão mantidas e implementadas pelo sistema BRT.

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