De acordo com ele, foram selecionados pontos de maior movimento da cidade. A intenção é iniciar as experiências no trânsito com o tempo novo. “O impacto vai ser maior no transporte público e essa situação de teste vai nos auxiliar. Precisamos saber em que ritmo o período dos itinerários vai ser alterado para adotarmos providências”, explicou Cappellari.
Uma das possibilidades é a de orientar as empresas a comprarem novos veículos para as frotas e mudar as tabelas de horário. Cappellari garantiu, apesar de anteriormente ter alertado para o risco de "paralisar a cidade", que o tempo mínimo de 30 segundos para a travessia vai ser respeitado, mesmo em casos de congestionamentos em locais com baixo fluxo de pedestres.