O conselheiro resolveu dar prazo ao governo devido à complexidade do tema. O procurador-geral do MPC questionou a urgência alegada para a construção de mais de três mil vagas, já que o decreto estadual de emergência no sistema penitenciário ocorreu em outubro de 2008, mas só em agosto deste ano foi lançado o processo para a construção das casas de detenção de Alegrete, Camaquã, Venâncio Aires, Lajeado, Erechim e São Francisco de Paula.
Já o pedido de auditoria nos processos que tratam da construção e reforma de presídios deve ser submetido à decisão do Plenário do TCE, possivelmente na reunião de quarta-feira da semana que vem. O MPC também questionou as reformas já realizadas, nas quais, segundo o órgão, há indícios de irregularidades.