O vice-presidente da Associação dos Familiares de Vitimas da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), Flávio Silva, prestou depoimento nesta segunda-feira no Salão do Tribunal do Júri de Santa Maria. Ele é acusado de calúnia pelo promotor Ricardo Lozza. Em sua fala ao Juiz Leandro Augusto Sassi, da 4ª Vara Criminal de Santa Maria, Flávio Silva afirmou que jamais chamou o juiz de omisso e negligente.
Flavio, que perdeu uma filha na tragédia, destacou que apenas citou que prefeitura e Ministério Público sabiam das irregularidades da Boate Kiss e, mesmo assim, a casa noturna funcionava normalmente. Elissandro Spohr ,um dos proprietários da Boate Kiss e seu advogado Jader Marques, também prestaram depoimentos.
Elissandro Spohr, afirmou que o MP tinha conhecimento das modificações realizadas no interior da Kiss. Segundo Kiko, todas as modificações foram solicitadas junto à prefeitura. Jader Marques destacou que existe farta documentação nos processos que mostram que a promotoria sabia das alterações introduzidas na casa noturna. O promotor Ricardo Lozza pediu para ser ouvido em Porto Alegre.
Familiar de vítima da Kiss presta depoimento em defesa contra processo de promotor
Flávio Silva reafirmou que prefeitura e Ministério Público sabiam de irregularidades da boate