Na Capital, um grupo de cerca de 20 pessoas faz o contorno da Redenção com cartazes gritando “Justiça”. Em Santa Maria, a manifestação começou na praça Saldanha Marinho, onde foi organizada a sede provisória da associação das vítimas, e em seguida deslocou-se até a avenida Rio Branco, no Centro, onde o trânsito chegou a ser interrompido.
O presidente da associação das vítimas, Adherbal Ferreira, disse ser “um absurdo o que os desembargadores fizeram”. Ele teme pela segurança dos réus, pois os familiares estão revoltados. “Infelizmente é uma renovação de nosso luto, vivenciamos hoje como se fosse um velório. Afetou a mente das pessoas. A população está revoltada. Quem vai controlar o clamor da população que está enraivecida?”, questionou.